Não
tenho palavras novas para deixar aqui, não tenho mais frases para te mostrar,
não tenho textos como os que fazia, perdi capacidades no que conta à exposição
do que sinto através da escrita, perdi a facilidade em dizer o que em mim vai
vivendo…perdi a fala porque já não sei como expor, nem sequer oralmente, o que
sinto…já falamos imensas vezes sobre isto, já trocámos as nossas impressões,
opiniões, ideias e pensamentos sobre o facto de ser difícil explicar o que nos
vai na alma, e agora, o que te posso dizer? Não sei mesmo o que te dizer mais,
sei apenas expressar-me por gestos e atitudes, porque é isso que mais
interessa. É isso que é mais valorizado do que qualquer palavra que poderia
deixar aqui, para ti. Já tentei definir o que sinto por ti mais de mil vezes
mas em vão, nunca chega, nunca conseguirei fazer-te ver o quanto é enorme o
sentimento em mim.
A tua maneira de falar fascinou-me desde a nossa primeira conversa, não és igual a todos os outros, és diferente, e sempre foi isso que procurei em alguém. Sempre sonhei em ter alguém como tu, que saiba ouvir e compreender, que não se limita aos factos, que dê valor a todos os momentos, que mantenha o olhar sempre pousado nos detalhes. Alguém que consiga colocar o orgulho de parte e pedir desculpa, ou admitir quando erra, acima de tudo isso, alguém que me ama pelo que eu sou, e não pelo que aparento ser. Se eu tiver de descrever esse ‘alguém’ em apenas uma palavra direi, com toda a certeza, que esse alguém possui um único sinónimo: tu, e esse ‘alguém’ jamais terá outro sinónimo, ou outra palavra com o mesmo significado. Tudo nos preenche, tudo faz crescer esta relação, desde as mínimas discussões às lágrimas, desde os olhares aos sorrisos entre os beijos. O medo de te perder apoderou-se de mim, o medo de nunca mais te poder chamar ‘meu’, de nunca mais poder dizer que te amo, de nunca mais poder voltar a estar contigo novamente. Sempre estive habituada a discutir com alguém que não tivesse argumentos, nem coragem para me responder de volta, e uma das coisas que me cativa em ti é o facto de saberes sempre o que responder, de saberes sempre mostrar-me que se calhar quem está errada sou eu, e que quem precisa de mudar sou eu, e acredita que nunca mudei por ninguém, e a ideia de mudar quem sou nunca me passou pela cabeça, até hoje. Até ao dia em que ficámos horas sem falar, horas que pareciam infinitas, horas em que não te tive, dia em que não tive o teu ‘boa noite’ e o teu ‘bom dia’. Vou aprender a manter a ordem na desordem, e que se há algo que realmente preciso mais que tudo e todos, é de ti, e das tuas palavras, de me confortares, de me fazeres sentir segura e protegida, de me fazeres sentir tua. Eu não passo de um poço de sensibilidade, e talvez seja por isso que tudo o que me dizes seja tão valorizado, e tão desejado, não quero ouvir, um dia, essas palavras por mais ninguém, só te quero a ti, e irá ser sempre assim, acredita. Não és o meu primeiro amor, mas és o maior! Nós, para sempre, amo-te imenso!
A tua maneira de falar fascinou-me desde a nossa primeira conversa, não és igual a todos os outros, és diferente, e sempre foi isso que procurei em alguém. Sempre sonhei em ter alguém como tu, que saiba ouvir e compreender, que não se limita aos factos, que dê valor a todos os momentos, que mantenha o olhar sempre pousado nos detalhes. Alguém que consiga colocar o orgulho de parte e pedir desculpa, ou admitir quando erra, acima de tudo isso, alguém que me ama pelo que eu sou, e não pelo que aparento ser. Se eu tiver de descrever esse ‘alguém’ em apenas uma palavra direi, com toda a certeza, que esse alguém possui um único sinónimo: tu, e esse ‘alguém’ jamais terá outro sinónimo, ou outra palavra com o mesmo significado. Tudo nos preenche, tudo faz crescer esta relação, desde as mínimas discussões às lágrimas, desde os olhares aos sorrisos entre os beijos. O medo de te perder apoderou-se de mim, o medo de nunca mais te poder chamar ‘meu’, de nunca mais poder dizer que te amo, de nunca mais poder voltar a estar contigo novamente. Sempre estive habituada a discutir com alguém que não tivesse argumentos, nem coragem para me responder de volta, e uma das coisas que me cativa em ti é o facto de saberes sempre o que responder, de saberes sempre mostrar-me que se calhar quem está errada sou eu, e que quem precisa de mudar sou eu, e acredita que nunca mudei por ninguém, e a ideia de mudar quem sou nunca me passou pela cabeça, até hoje. Até ao dia em que ficámos horas sem falar, horas que pareciam infinitas, horas em que não te tive, dia em que não tive o teu ‘boa noite’ e o teu ‘bom dia’. Vou aprender a manter a ordem na desordem, e que se há algo que realmente preciso mais que tudo e todos, é de ti, e das tuas palavras, de me confortares, de me fazeres sentir segura e protegida, de me fazeres sentir tua. Eu não passo de um poço de sensibilidade, e talvez seja por isso que tudo o que me dizes seja tão valorizado, e tão desejado, não quero ouvir, um dia, essas palavras por mais ninguém, só te quero a ti, e irá ser sempre assim, acredita. Não és o meu primeiro amor, mas és o maior! Nós, para sempre, amo-te imenso!

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